Estimad@s colegas,
Buen día.
En la segunda parte de DERECHO DE LA INTEGRACIÓN en nuestro curso de la Universidad de Buenos Aires atendemos aquello que hace al Derecho Comunitario, primero en Europa, sus inicios, avances y actualidades, y la Comunidad Andina de Naciones con similar tratamiento.
En la clase del Martes tratamos CONSEJO EUROPEO y CONSEJO DE LA UNIÓN EUROPEA, mientras que hoy será el turno de los tribunales, el de DERECHOS HUMANOS (Estrasburgo) y el DE JUSTICIA DE LA UNIÓN EUROPEA (Luxemburgo).
Esperamos sea una gran oportunidad de intercambio y aprendizaje colaborativo.
Un saludo cordial,
Damián R. Pizarro
"O professor é o indivíduo vocacionado a tirar outro
indivíduo das trevas da ignorância, da escuridão, para as luzes do
conhecimento, dignificando-o como pessoa que pensa e existe."
As palavras acima são do juiz de Direito Eliezer Siqueira de
Sousa Junior, da 1ª vara Cível e Criminal de Tobias Barreto/SE, ao julgar
improcedente a ação de aluno em face de professor que tomou seu celular em sala
de aula.
De acordo com os autos, o docente retirou o aparelho do
aluno, que ouvia música com fones de ouvido durante sua aula. O menor,
representado por sua mãe, ajuizou ação para pleitear dano moral, para reparar
seu "sentimento de impotência, revolta, além de um enorme desgaste físico
e emocional".
Ao analisar o caso, o juiz Eliezer solidarizou-se com a
situação dos professores.
"Ensinar era um sacerdócio e uma recompensa. Hoje,
parece um carma".
Afirmou, então, que o aluno descumpriu norma do Conselho
Municipal de Educação, que veda a utilização de celular durante o horário de
aula, além de desobedecer, reiteradamente, o comando do professor.
Para o magistrado, não houve abalo moral, uma vez que o
aluno não utiliza o aparelho para trabalhar, estudar ou qualquer outra
atividade.
"Julgar procedente esta demanda é desferir uma bofetada
na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra
educação, as novelas, os "realitys shows", a ostentação, o
"bullying" intelectivo, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa
intelectivamente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo às
vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação
brasileira."
Por fim, o juiz prestou uma homenagens aos docentes.
"No país que virou as costas para a Educação e que faz
apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes,
reverencio o verdadeiro herói nacional, que enfrenta todas as intempéries para
exercer seu "múnus" com altivez de caráter e senso sacerdotal: o
Professor."
• Processo:
201385001520
